sexta-feira, 15 de março de 2013

Google nomeia novo chefe para divisão do Android


quarta-feira, 13 de março de 2013 14:39 BRT

SÃO FRANCISCO, 13 Mar (Reuters) - O Google nomeou Sundar Pichai para substituir Andy Rubin como chefe da divisão do Android, plataforma que em poucos anos superou a da Apple como o software de aparelhos móveis mais usado no mundo.

"Avançando, Sundar Pichai vai chefiar o Android, além do trabalho com o Chrome e aplicativos. Sundar tem talento para criar produtos que são tecnicamente muito fáceis de usar e gosta de desafios", afirmou o presidente-executivo do Google, Larry Page, em post nesta quarta-feira.

Rubin, que faz o Android uma plataforma usada pela maioria dos grandes fabricantes mundiais de aparelhos móveis, da Samsung à HTC , "começará um novo capítulo no Google", afirmou Page, sem entrar em detalhes.

(Por Edwin Chan)




Sundar Pichai é o novo chefe da divisão de Android do Google
 

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Curiosidade: Diferenças entre as tecnologias HD e SSD!


HD X SSD

Os discos rígidos têm sido o meio de armazenamento principal por um tempo muito longo, devido à sua grande capacidade e resistência. Os dados sobre uma unidade de disco rígido está armazenado em discos de metal chamados de platters que são giradas e um braço se move para ler os dados magnéticos sobre o disco. A tecnologia atual emergente que começou a competir com os discos rígidos são unidades de estado sólido ou SSDs. Estes armazenam dados em memória flash dando-lhes uma série de vantagens sobre os discos rígidos.

Os pratos giratórios e braços em movimento em um disco rígido podem criar uma série de problemas indesejados que não estão presentes em SSDs. O primeiro dos quais é o consumo de energia. Conversão de energia elétrica em energia mecânica sempre consome muita energia e gera calor como um subproduto. As partes móveis também fazem discos rígidos suscetíveis a danos por impacto. SSDs não sofrem com esses problemas porque não têm partes móveis que o torna ideal para laptops e outros dispositivos móveis.

A velocidade na qual os dados são lidos e escritos a partir da unidade é um fator muito significativo para as unidades. Neste aspecto, o SSD também ganha por uma margem grande, uma vez que age exatamente como a memória RAM em seu computador. Os dados são facilmente escritas e lidas a partir de um SSD ao contrário de um disco rígido onde o braço precisa ser posicionado no local certo, em seguida, esperar o prato o suficiente para que o braço possa ler os dados.

O fator limitante da proliferação geral dos SSDs no momento é o seu preço. SSDs são muito mais caros em comparação aos discos rígidos por gigabyte de armazenamento, embora as vantagens compensam os custos em dispositivos móveis, como laptops. SSDs também sofrem por causa de um número limitado de gravações antes de começar a dar falha na memória. Este é um traço compartilhado por toda memória flash, embora o número de vezes específico, antes da falha, pode variar de um dispositivo para outro. Fabricantes, para combater isso, usam um método chamado desgaste de nivelamento, onde é usada a parte menos freqüentemente da memória para gravar novos dados. Isso permite que a unidade sobreviva muito mais tempo.

Veja a seguir as principais diferença entre HD e SSD?

Diferença nº 1. SSDs não possuem partes mecânicas como discos rígidos.

Diferença nº 2. SSDs podem atingir velocidades muito mais rápidas em comparação com um disco rígido.

Diferença nº 3. SSDs podem resistir muito mais o impacto em relação aos discos rígidos.
Diferença nº 4. SSDs consomem menos energia que os discos rígidos.

Diferença nº 5. SSDs têm um número muito limitado de gravações antes de falhar.

Diferença nº 6. Atualmente, SSDs são mais caros que discos rígidos.




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BRICs ficam bem atrás em ranking anual de computação em nuvem


quinta-feira, 7 de março de 2013 08:58 BRT











WASHINGTON (Reuters) - Brasil, Rússia, Índia e China ainda se mantém atrás de países desenvolvidos em políticas consideradas críticas para o futuro da computação em nuvem, mas cada um desses países fez algum progresso no ano passado, afirmou um grupo de empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

A Aliança de Negócios de Software (BSA), que representa pesos pesados da indústria norte-americana como a Microsoft, disse que todas as nações do BRIC se posicionaram nas últimas colocações de uma pesquisa entre 24 países realizada para seu segundo relatório anual de computação em nuvem.
O Brasil subiu da última para 22a posição com uma soma de 44,1 pontos em um máximo de 100.

China, Índia e Rússia também avançaram duas posições cada, pontuando 51,5, 53,1 e 59,1, respectivamente.

A computação em nuvem se refere à disponibilidade pela Internet de software, armazenamento de dados, poder de computação e outros serviços entregues a partir de centrais remotas de processamento de dados.
A demanda por computação em nuvem tem crescido rapidamente incentivada por custos menores do que produtos tradicionais, que são instalados em data centers do próprio cliente.

"A nuvem é mesmo o setor quente em TI no momento" e companhias dos Estados Unidos tem grande interesse em países com políticas que harmonizem em vez de fatiarem a nuvem, disse Robert Holleyman, presidente da BSA.

Ao mesmo tempo, reunir enormes quantidades de dados em grandes data centers "cria novos e tentadores alvos" para ataques digitais, o que torna importante que autoridades e provedores de serviços possuam ferramentas adequadas contra as invasões, afirma o relatório.

Os 24 países incluídos na pesquisa representam 80 por cento da indústria de tecnologia e informação no mundo. Eles foram estudados em sete áreas, incluindo a privacidade de dados, segurança, liberdade de comércio, proteção à propriedade intelectual, infraestrutura e suporte aos padrões da indústria.

A China teve um pequeno impulso no ranking deste ano por haver aprovado novas leis de privacidade de dados, enquanto a Rússia ganhou crédito por reformas feitas após sua entrada na Organização Mundial do Comércio. A melhor posição da Índia reflete as mudanças em sua política de direitos autorais, alinhadas aos padrões internacionais, disse o relatório.

O Japão ficou em primeiro, seguido de perto por outros países desenvolvidos, como Austrália, Estados Unidos, Grã Bretanha e Coréia do Sul, todos com pontuações acima de 70.


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segunda-feira, 4 de março de 2013

Tutorial C - Parte 07 – Variáveis



Em um programa, existe a necessidade de se guardar valores na memória, e isso é feito através de variáveis, que podem ser definidas simplificadamente como nomes que se referem a lugares na memória onde são guardados valores.

Em C, para utilizar uma variável, ela deve ser primeiramente declarada, ou seja, devemos requisitar o espaço necessário para essa variável. Após reservar um espaço na memória, o computador irá associar a ele o nome da variável. Se você não declarar uma variável e tentar utilizá-la, o compilador irá avisá-lo disso e não continuará a compilação.

Declarando variáveis
Genericamente, para declarar uma variável, usamos a seguinte instrução:
tipo_da_variável nome_da_variável;
Por exemplo, para declarar uma variável do tipo int com o nome a, podemos escrever
int a;
É sempre necessário indicar o tipo da variável, pois cada tipo tem um tamanho diferente, ou seja, ocupa mais ou menos espaço na memória do computador. Mais adiante introduziremos os tipos de variável.

Atribuindo valores
Se quisermos associar um valor a uma variável, usamos o operador = (igual):
a = 5;
Nesse caso, estamos pedindo que o computador guarde o valor 5 no espaço alocado à variável a.
É possível também atribuir um valor a uma variável ao mesmo tempo que ela é declarada, o que é chamado de inicializar a variável. Por exemplo:
int a = 5;
É possível também declarar mais de uma variável de um mesmo tipo em uma única instrução, separando os nomes por vírgulas. Também é possível inicializar as variáveis dessa maneira:
int a, b, c, d;
int e = 5, f = 6;
int g, h = 2, i = 7, j;

Exemplo de erro
a = 25;
Mesmo sabendo que é um exemplo de erro, escreva o código acima em um arquivo. c e tente compilar para se familiarizar com as mensagens de erro do compilador, assim você saberá o que fazer quando elas ocorrerem.
No exemplo acima não foi declarada a variável a, ao tentar compilar o compilador informa que o símbolo a não foi definido.

Nomes de variáveis
·       Os nomes de variáveis devem ser únicos: não podemos ter duas variáveis com o mesmo nome!
·         O C, assim como muitas outras linguagens de programação, é sensível à utilização de maiúsculas e minúsculas(case sensitive). Portanto, o código a seguir seria válido e geraria três variáveis diferentes:
int nome;
int NOME;
int Nome;
·         Em nomes de variáveis, podemos usar letras maiúsculas ou minúsculas (de A a Z, sem acentos), números e o caractere sublinhado (_), mas o primeiro caractere deve ser uma letra ou o sublinhado. Algumas palavras não podem ser usadas para nomes de variáveis por serem palavras reservadas (palavras que têm significado especial na linguagem).
·         O padrão C atual especifica que nomes de até 31 caracteres devem ser aceitos. Alguns compiladores podem até aceitar nomes maiores que isso, mas não considere isso uma regra e não use nomes tão longos.

Tipos de variáveis
Até agora você só viu as variáveis do tipo int, que servem para guardar números inteiros. A linguagem C tem 4 tipos fundamentais. São eles:
·         int
·         char
·         float
·         double
O primeiro, int, serve apenas para guardar números inteiros. Por exemplo, 4, 2773 ou -15.Já o segundo, char, serve para guardar um caractere. Além disso, há uma diferença entre o intervalo de dados que cada um pode guardar. O mais comum é que char guarde valores de -128 a 127 e int, em processadores de 32 bits, guarde valores de -2.147.483.648 a 2.147.483.647 (-231 a 231 − 1).
Os outros dois, float e double, servem para guardar números de ponto flutuante, ou seja, números reais, como 3,1415 (pi), -2,3333, 0,00015, 6,02 × 1023. A diferença entre os dois é, além do intervalo de dados, a precisão. Geralmente, o tipo float guarda dados (com sinal positivo ou negativo) de 3,4E-38 a 3,4E+38 (além do zero). Já double costuma suportar números tão pequenos quanto 1,7E-308 e no máximo 1,7E+308.

Modificadores de tipo
Podemos alterar a maneira como os dados são guardados com os modificadores de tipo. Você pode modificar os tipos de duas maneiras.

Tamanho: short e long
Você pode modificar o tamanho de uma variável usando os modificadores de tipo, que são dois: short e long. Note que float e char não podem ser modificados em tamanho.
·   short diminui o espaço necessário para guardar a variável (diminuindo também a gama de valores que esta pode assumir). Só pode ser usado com int.
·        long aumenta o espaço tomado pela variável, e portanto aumenta seu valor máximo e/ou sua precisão. Pode ser usado com int e double.
·    O padrão C de 1999 adicionou um terceiro modificador, suportado pelos compiladores mais recentes, inclusive o gcc: long long, que aumentaria ainda mais a capacidade da variável. Alguns deles suportam esse modificador apenas para o tipo int, e outros suportam também para double.
Uma observação é necessária: segundo o padrão, não existe nenhuma garantia de que uma variável short int é menor que uma variável int, nem que long int é maior que int. Apenas é garantido que int não é maior que long nem menor que short. De fato, nos sistemas x86 de 32 bits (ou seja, a maioria dos computadores pessoais atualmente), o tamanho de int é igual ao de long. Geralmente, int será o tamanho nativo do processador — ou seja, 32 bits num processador de 32 bits, 16 bits num processador de 16 bits etc.

Converter um tipo de variável
A conversão de uma variável consiste em converter o tipo de uma variável em um outro. Imagine que você esteja trabalhando com uma variável do tipo float e por alguma razão queira eliminar os números que estão depois da virgula.
Esta operação pode ser realizada de duas maneiras.


Conversões do tipo implícita: Consiste em uma modificação do tipo de variável que é feita automaticamente pelo compilador.

Ex:
     int x;
     x = 7.123;
Conversões do tipo explícita: Também chamada de operação cast, consiste em forçar a modificaçao do tipo de variável usando o operador cast "( )".
Ex:
    int y;
    y = (int)7.123;
Veja um exemplo da conversão de tipo inteiro em caracteres. Aqui convertemos um numero decimal em um caracte ASCII.

 #include <stdio.h>

  int main(void)
{
   int y = 65;
   char x;

   x = (char) y;
   printf("O numero inteiro: %d \n O caracter: %c \n\n", y, x);
 }


Sinal: signed e unsigned


·        Existe outro tipo de modificador, que define se o número vai ser guardado com sinal ou não. São os modificadores signed e unsigned, suportados pelos tipos inteiros apenas.

·  signed diz que o número deve ser guardado com sinal, ou seja, serão permitidos valores positivos e negativos. Esse é o padrão, portanto esse modificador não é muito usado.

·    unsigned diz que o número deve ser guardado sem sinal. Com isso, o valor máximo da variável aumenta, já que não teremos mais valores negativos. Por exemplo, com uma variável charpodemos guardar valores de -128 a 127, mas com uma variável unsigned char pode guardar valores de 0 a 255.

Para usar esses modificadores, devemos colocá-los antes do nome do tipo da variável, sendo que o modificador de sinal deve vir antes do modificador de tamanho caso ambos sejam usados. Por exemplo:
unsigned char c;
short int valor;
unsigned long int resultado;
long double preco;
Nota: Você pode abreviar short int e long int para simplesmente short e long, respectivamente.



Literais



Em programação, um literal é uma notação que representa um valor constante. Exemplos de literais em C são 415, 19.52, 'C', "João". Esses exemplos representam os quatro tipos de literais em C: literais de inteiros, literais de reais, literais de caracteres e literais de strings. Só com esses exemplos já é possível deduzir como se usam os literais; mas é importante fazer algumas observações:

·  Literais de inteiros podem ser especificados nas bases decimal, octal ou hexadecimal. Se o literal for prefixado com "0x" ou "0X", ele será interpretado como hexadecimal; se o prefixo for apenas "0", será interpretado como octal; ou se não houver prefixo, será interpretado como decimal.

·   Literais de reais podem ser especificados na forma decimal (144.57) ou em notação científica (1.4457e+2). Lembre-se que o separador decimal é o ponto e não a vírgula, como seria usual.

· Literais de caracteres devem vir entre aspas simples (') e conter a representação de apenas um caractere1. Usos válidos seriam: 'c', '\n', '\x1b', '\033'. Se você quiser usar a aspa simples como caractere, preceda-a com uma barra invertida: '\''.

·    Literais de strings devem vir entre aspas duplas ("). Para usar aspas duplas dentro de strings, preceda-as com barra invertida: "Ele disse \"Olá\".". Note que um literal de string adiciona o caractere nulo (\0) ao final da string, pois ele é, em C, a maneira de delimitar o final de uma string.

Notas de rodapé
1.       Na verdade, segundo o padrão C, literais de caracteres podem conter a representação de mais um caractere, mas o uso deles seria para representar números e não seqüências de caracteres; é um aspecto pouco utilizado da linguagem C.


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Tutorial C - Parte 06 - Estrutura básica de um programa em C


Você já viu um programa básico em C. Antes de começar a se dedicar ao estudo de C, é bom que você compreenda alguns termos e alguns aspectos da linguagem, o que facilitará sua compreensão dos capítulos seguintes. A seguir, formalizaremos alguns aspectos da estrutura básica da linguagem.

·         Um programa em C é basicamente estruturado em blocos de código. Blocos nada mais são que conjuntos de instruções, e devem ser delimitados com chaves ({ ... }). Um bloco também pode conter outros blocos.

·   Uma instrução geralmente corresponde a uma ação executada, e deve sempre terminar com ponto-e-vírgula (;).

·         O compilador ignora espaços, tabulações e quebras de linha no meio do código; esses caracteres são chamados genericamente de espaço em branco (whitespace). Ou seja, os três trechos a seguir são equivalentes:

 printf("Olá mundo");return 0;
 printf ("Olá mundo");
 return 0;
 printf(
 
   "Olá mundo"
 
 );
    return
 0
 ;

No entanto, você achará muito mais fácil de ler um estilo de código mais parecido com o segundo exemplo. Costuma-se usar (mas não abusar de) espaços e tabulações para organizar o código.

·   A linguagem é sensível à utilização de maiúsculas e minúsculas. Por exemplo, se você escrevesse Printf no lugar de printf, ocorreria um erro, pois o nome da função é totalmente em minúsculas.

Escopo

Geralmente, em programação, não queremos que outras funções usem as variáveis que estamos manipulando no momento. O conceito de escopo está justamente relacionado a isso. Escopo é o nível em que um dado pode ser acessado; em C há dois níveis: local e global. Uma variável global pode ser acessada por qualquer parte do programa; variáveis locais podem ser acessadas apenas dentro do bloco onde foram declaradas (ou nos seus sub-blocos), mas não fora dele (ou nos blocos que o contêm). Isso possibilita que você declare várias variáveis com o mesmo nome mas em blocos diferentes. Veja um exemplo:

 int a;
 {
   int a;
   int b;
 }
 {
   int b;
 }

As duas variáveis chamadas b são diferentes e só podem ser acessadas dentro do próprio bloco. A primeira variável a é global, mas só pode ser acessada no segundo bloco, pois a variável local no primeiro bloco oculta a variável global de mesmo nome. Note que isso é possível em C, e tome cuidado para não cometer erros por causa disso.

Introdução às funções


Funções são muito usadas, não só em C, mas em linguagens de programação em geral. Uma função é basicamente um bloco de código que realiza uma certa tarefa. Quando queremos realizar aquela tarefa, simplesmente fazemos uma chamada de função para a função correspondente.

Uma função pode precisar que o programador dê certos dados para realizar a tarefa; esses dados são chamados argumentos. A função também pode retornar um valor, que pode indicar se a tarefa foi realizada com sucesso, por exemplo; esse valor é o valor de retorno. 

Podemos fazer uma analogia com as funções matemáticas: as variáveis independentes são os argumentos e o valor numérico da função é o valor de retorno.

Em C, para chamar uma função, devemos escrever o seu nome, seguido da lista de argumentos (separados por vírgula) entre parênteses, mesmo que não haja nenhum argumento. Lembre que a chamada de função também é uma instrução, portanto devemos escrever o ponto-e-vírgula no final. Alguns exemplos de chamadas de funções:

 funcao(arg1, arg2, arg3);
 funcao();

Se quisermos saber o valor de retorno de uma função, podemos armazená-lo numa variável. Variáveis serão introduzidas logo adiante, mas a sintaxe é muito fácil de aprender:

 valor_de_retorno = funcao(arg1, arg2);
 

Em C, todo o código (exceto as declarações de variáveis e funções) deve estar dentro de funções. Todo programa deve ter pelo menos uma função, a função main, que é por onde começa a execução do programa.

Expressões


Um conceito muito importante em programação é o de expressão. Expressões são conjuntos de valores, variáveis, operadores e chamadas de funções que são avaliados ou interpretados para resultar num certo valor, que é chamado o valor da expressão. Por exemplo:
·         3 * 4 + 9 é uma expressão de valor 21;
·         a + 3 * b é uma expressão equivalente à expressão matemática a + 3b;
·         foo() é uma expressão cujo valor é o valor de retorno da função foo.


Comentários

Muitas vezes é bastante útil colocar comentários no código, por exemplo para esclarecer o que uma função faz, ou qual a utilidade de um argumento, etc. A maioria das linguagens de programação permite comentários; em C, eles podem aparecer de duas maneiras:

 /* Comentários que podem
    ocupar várias
    linhas.
 */
e
 // Comentários de uma linha só, que englobam
 // tudo desde as duas barras até o final da linha.

Tudo que estiver entre as marcas /* e */ ou entre // será ignorado pelo compilador. Note que os comentários de uma linha só (iniciados por //) foram incorporados ao padrão da linguagem apenas em 1999, e portanto alguns compiladores podem não os suportar. As versões mais recentes do GCC não terão problema em suportar esse tipo de comentário.


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